2 de out de 2017

Ex-cunhado confessa assassinato de jovem a pedradas e pauladas no Piaui

O delegado plantonista na Delegacia Regional de Picos, Rodrigo Morais, repassou novas informações sobre um crime bárbaro ocorrido na madrugada deste domingo (01) no município de Francisco Santos, deixando a população chocada.

Diferente das informações já veiculadas, o delegado informou que o autor do crime e a vítima não eram namorados, mas sim, amigos. Ana Caroline de Sousa Barros, conhecida por Carol, de 18 anos, viveu maritalmente com um irmão do suspeito. “Eles foram cunhados. Inclusive, a vítima teve um filho com o irmão do acusado”, disse o delegado.

Ainda de acordo com a autoridade policial, a amizade de Iago Júnior Alves da Silva, conhecido por Juninho, pela ex-cunhada, Carol, se transformou em um “amor platônico”. “Antes de falecer, ela havia dito para a mãe que achava que Juninho era apaixonado por ela, mas que ele não fazia o tipo dela”, contou o delegado.

Na noite que antecedeu ao crime, Juninho e Carol foram vistos juntos pela cidade. Câmeras de segurança de um posto de combustível registraram o momento em que os dois chegaram em uma motocicleta para abastecer o veículo. A imagem tornou Juninho um dos investigados.

Durante a perícia no local do crime, foi encontrado um anel prata. No andar das investigações, a polícia encontrou fotos de Juninho na rede social utilizando um anel semelhante. Diante das evidências, a polícia foi até residência do suspeito. Na mão do suspeito havia marca de que o mesmo utilizava um anel. “Tinha uma marca bronzeada no dedo do suspeito, e o anel recolhido encaixou perfeitamente no dedo do mesmo”, contou o delegado.

Por telefone, Rodrigo relatou que Juninho havia convidado Carol para ir a uma festa. “Ela se recusou e ele, desesperado, levou ela para um local esmo e acabou por tirar a vida da vítima com vários golpes de pedra”, relatou o plantonista. As roupas utilizadas por Juninho foram recolhidas.

Diante das fortes evidências, o suspeito foi conduzido à Delegacia Regional de Picos, onde, durante interrogatório, acabou por confessar a autoria do crime. O crime teve motivação passional. “Ela disse que matou porque gostava muito dela, mas ela não levava em consideração”, disse o delegado.


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