26 de out de 2017

Homem dopa e estupra a própria filha de 16 anos, em Peritoró no MA



Mais um caso vem trazendo revolta nas redes sociais. Desta vez, o ocorrido foi na cidade de Peritoró, (MA). A Polícia Militar foi acionada, após receber a denúncia de que um homem havia violentado a própria filha, de apenas 16 anos.

Era por volta das 16h, quando os policiais chegaram a Rua do Filipinho, em Peritoró. Os policiais informaram que o acusado, João Tiago de Souza, ao perceber a presença da guarnição, tentou evadir-se do local, porém, logo foi capturado e encaminhado à delegacia do município.

Os policiais ainda afirmaram que o acusado teria cometido o crime de estupro após dopar a vítima com o uso de drogas. Ele esperou ela ficar totalmente debilitada e iniciou a sessão de tortura e violência sexual. O caso gerou grande revolta entre os populares do município.

No mesmo dia do ocorrido, ao se recuperar dos efeitos das drogas, a jovem abusada, tentou contra a própria vida. Ela se sentiu arrasada com tudo o que lhe aconteceu e planejou o próprio suicídio, porém, por um milagre, a tentativa acabou falhando.

Populares e amigos da adolescente utilizaram as redes sociais para deixar mensagens de conforto, pedindo que ela não tentasse contra a própria vida, pois ela ainda teria um futuro brilhante pela frente e que o ocorrido, mesmo sendo absurdo, não iria fazer dela uma pessoa inferior, mas que ela daria a volta por cima e mostraria para todos o quanto ela é forte.


A população também pedia que a Justiça agisse rápido contra o agressor e que o mesmo ficasse pelo resto da vida preso pelo crime cometido. Algumas pessoas chegaram a comentar em grupos de WhatsApp que alguns detentos já estariam sabendo da ocorrência e que o acusado já estaria sendo aguardado pelos demais presos que, nos relatos, prometiam fazer justiça com as próprias mãos. Essa informação sobre as ameaças dos detentos para o acusado não foi confirmada pela polícia, porém, no Brasil, em casos de estupros, geralmente o acusado acaba sendo penalizado pelos próprios companheiros de cela. 



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