23 de jul de 2018

Após convenção, Bolsonaro minimiza indefinição sobre vice




Em entrevista coletiva após a convenção que o indicou candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro minimizou a falta de um vice (PSL). O nome preferido dele é o da jurista Janaína Paschoal. Mas ela ainda não respondeu ao convite. “Ela pediu um prazo a mais para decidir. Isso é bom para ambas as partes”, disse o presidenciável. Segundo Bolsonaro, Janaína ainda está consultando sua família sobre o assunto, já que ideia Inicial dela era disputar uma vaga de deputada estadual em São Paulo. O deputado e a jurista se encontraram pessoalmente pela primeira vez neste domingo.

“Ela está 95% tendente a assumir esse desafio”, disse Gustavo Bebianno, presidente do PSL. Bolsonaro citou o ex-deputado Luciano Bivar (PE) e o deputado Marcelo Álvaro Antônio (MG) como possíveis alternativas dentro do PSL caso Janaína não aceite ser vice.

Bolsonaro disse que “dificilmente” seu vice não será do PSL, mas não descartou negociar com outras legendas, exceto os de esquerda. “A gente pode conversar. Só que a conversa tem que ser à luz do dia. Não negocio ministério, diretoria de banco.” Ele também disse que pretende privatizar muitas estatais e “braços” da Petrobras, mas não o “miolo” da empresa.

O deputado prometeu fechar a TV Brasil e fundir os ministérios da Fazenda e do Planejamento, além de extinguir o das Cidades.

Também voltou a fazer críticas ao STF.

“O Supremo está mais desgastado do que o nosso Parlamento”, afirmou, ao dizer que o aumento no número de ministros do STF de 11 para 21 é uma ideia a ser considerada.
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Bolsonaro afirmou também que uma das suas primeira medidas poderá ser a reabertura de prazo para a regularização para a posse de arma de fogo. Mas não entrou em detalhes sobre como executaria a proposta.



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