13 de nov de 2018

Veja os nomes já anunciados para o ministério do governo Bolsonaro

(Reuters) - Confira quais nomes já foram anunciados para comandar ministérios no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro:


AGRICULTURA

Tereza Cristina, 64 anos - deputada federal reeleita do DEM-MS e coordenadora da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). É a única mulher anunciada para o ministeriado até o momento.


CASA CIVIL

Onyx Lorenzoni, 64 anos - deputado federal reeleito pelo DEM-RS para a Casa Civil. Foi anunciado por Bolsonaro antes mesmo do segundo turno das eleições. Ele foi nomeado também ministro extraordinário pelo presidente Michel Temer para coordenar a equipe de transição do presidente eleito.

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Marcos Pontes, 55 anos - primeiro brasileiro a viajar para o espaço, o tenente-coronel da Aeronáutica será o ministro da Ciência e Tecnologia de Bolsonaro.

DEFESA

Fernando Azevedo e Silva, 64 anos - o nome do general da reserva do Exército, Fernando Azevedo e Silva, que acumula um extenso currículo dentro das Forças Armadas, foi anunciado nesta terça-feira por Bolsonaro para ministro da Defesa.

ECONOMIA

Paulo Guedes, 69 anos - conhecido durante a campanha como guru econômico de Bolsonaro, o economista chefiará o superministério da Economia, que englobará as pastas da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio. Segundo o presidente eleito, ele terá carta branca para promover sua agenda.

GABINETE DA SEGURANÇA INSTITUCIONAL (GSI)

Augusto Heleno, 71 anos - o general da reserva do Exército, inicialmente escolhido para o Ministério da Defesa, comandará o Gabinete da Segurança Institucional. Quando estava na ativa, Heleno comandou as forças de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti e o Comando Militar da Amazônia.

JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA

Sérgio Moro, 46 anos - o juiz federal, responsável pelos processos da operação Lava Jato na primeira instância em Curitiba, deixará a magistratura para estar à frente do Ministério da Justiça, que incorporará o recém-criado Ministério da Segurança Pública, no governo Bolsonaro. O presidente eleito afirmou que ele também terá o caminho livre para pautar sua agenda de combate à corrupção e ao crime organizado.


Texto de Laís Martins; Edição de Eduardo Simões e Maria Pia Palermo

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